13/09/12

Brasov (Rasnov, Bran e Peles)

 O destino de hoje é Brasov, Transilvânia para uns, Roménia para outros.
 É a cidade onde viveu durante muitos anos Vlad, O Empalador, embora este tenha nascido e vivido os primeiros anos da sua vida em Sighisoara, também na Transilvânia. Mais tarde, com Bram Stoker passou para a ficção, sendo conhecida de todos a história do Conde Drácula.

 É uma cidade simpática, não muito grande, com cerca de 400 mil habitantes. É também uma cidade que vive muito dos estudantes que à data da nossa visita, estavam de férias.

 À chegada, o primeiro impacto é o de um monte rodeado pela cidade, o Monte Tampa. Neste, há um miradouro e o nome da cidade iluminado, bem ao estilo de Hollywood.

Monte tampa visto da Praça Sfatului ao anoitecer
 Após múltiplas tentativas, com a câmara e o iPhone, desistimos de tentar captar as letras iluminadas de forma a que fossem "legíveis". De qualquer modo, à esquerda dá para perceber a linha do teleférico que   faz o trasporte para o miradouro, enquanto que a "mancha" branca corresponde ao nome da cidade iluminado. Já de dia, foi bem mais fácil:

Monte Tampa, visto do nosso alojamento.
 Ao contrário da Bucareste, a cidade é bastante limpa e organizada. O centro histórico tem várias avenidas pedonais e aquelas em que passam carros, não são de loucos como as da capital.

 Chegamos de comboio, no regional que a Ana postou anteriormente. Na viagem tivemos a companhia de um senhor velhote muito simpático, que insistia em assistir aos nossos jogos de cartas. A certa altura, oferece-nos uma garrafa de cerveja, de plástico. Tivemos que aceitar. A questão é que a garrafa, como se não bastasse vir de uma mala de onde despontavam vagens de feijão verde, não estava selada e a "cerveja" parecia algo mais escura e sem gás. Quando abri a garrafa, percebi o porquê... não era cerveja mas sim Palinka caseira, uma bebida espirituosa muito parecida com a nossa aguardente. Lá teve que ser, de manhã e em jejum, uns golinhos até o senhor simpático aceitar receber a garrafa de volta. Escusado será dizer, que passou o resto da viagem a perguntar se não queríamos mais um bocadinho.

 À chegada, uma fila enorme de táxis. A senhora do alojamento, a Terezia, avisou-nos quais as companhias fiáveis e do preço até ao alojamento, na rua Nicolae Balcescu, no centro. As companhias referidas pela mesma eram a Martax, TOD e RO, e a viagem não deveria custar mais do que 10 a 12 lei (2euros e pouco). Nessa fila de táxis, constatamos que eram todos praticamente iguais, brancos e sem nenhum símbolo evidente que os distinguisse. Percebemos mais tarde, que efectivamente tinham o nome da companhia de lado, por cima da roda dianteira, mas no meio de uns números e pouco chamativo. O primeiro taxista queria-nos cobrar 20 lei, pelo que tentamos regatear sem sucesso. Passamos então a um dos táxis seguintes - na Roménia apesar de haver posturas de táxis em tudo semelhantes às nossas, a pessoa pode escolher qual quer apanhar, independentemente da posição do mesmo na fila. Assim, lá conseguimos chegar ao alojamento pelos ditos 12 lei.

 Instalamo-nos então na Casa Terizia, que não chegava a 10 euros por pessoa, em quarto duplo. O quarto não era nada de especial mas era limpo, silencioso e bem localizado. O senão, é que do outro lado da sala, viviam os pais da dita senhora mas só os vimos no dia em que saímos ao entregar a chave.

 Saímos então para uma primeira volta pelo centro, a destacar a belíssima Praça Sfatalui e a Igreja Negra que infelizmente se encontrava em obras e como tal não pudemos entrar.

Ana Costa na Praça Sfatalui, com a Igreja Negra ao fundo
Em frente à Igreja Negra
Ana Costa em frente à Casa Sfatului, na praça homónima
 Como podem constatar pelas fotos, o Sol já se punha e já não deu tempo para muita mais do que um passeio pelas ruas do centro histórico. Como tínhamos "almoçado" por volta das 17h, tal como muitos romenos faziam o seu "segundo almoço" (esta gente está sempre a comer e é magra: ténias?!), recolhemos novamente ao alojamento mas não sem antes tratarmos de alugar um carro para o dia seguinte. Um Opel Zafira, em bom estado, custou-nos 40 euros, com 200€ de caução bloqueados no cartão.

 De manhã cedo, como combinado, lá estava o carro à nossa espera mesmo em frente ao nosso alojamento. Se quiserem o contacto do Daniel, senhor que nos levou o carro, é o +40 (731) 321 400. 

 Partimos então em direcção a Poiana, a estância de montanha nas imediações da cidade, que nos deixou com vontade de regressar no Inverno para praticar desportos de Inverno. No Verão, é uma zona verdejante, lindíssima mas da qual infelizmente não temos fotografias pois tínhamos noção que tempo ia ser muito apertado, e como tal não paramos. O nosso destino era, afinal de contas, visitar 3 dos muitos castelos que a Transivlânia tem para oferecer aos seus visitantes.

 Seguimos para Rasnov, onde se localizava o primeiro castelo a visitar. À chegada, estacionamos o carro no parque (gratuito apesar das girafas e máquinas de bilhetes desactivadas) e compramos um bilhete de 2€ que julgavamos ser de subida e acesso ao castelo. Errado. O bilhete era apenas para a subida, numas carruagens puxadas por um tractor agrícola!!!

Algures entre Poiana e Rasnov
Dito tractor agrícola
 Subimos então a encosta no tractor, não que a viagem seja longa ou difícil mas já estava paga.
 O castelo fica num monte com vistas magníficas para Rasnov, assim como para os Cárpatos.
 A entrada rondava também ela os 2€, se não estou em erro.

Castelo de Rasnov
Rasnov e os Cárpatos
Rasnov
No interior das ruinas
Interior do Castelo
 À saída, referência ainda para os cestinhos de frutos vermelhos, baratos (cerca de 1€) e apetitosos!!!


 De seguida, saímos com destino a Bran, terra do mais famoso castelo de Vlad, O Empalador. A viagem é curta mas cuidado com a estrada, e acima de tudo, com os condutores locais que desrespeitam as mais elementares regras de trânsito. Estes parecem ainda ter uma especial apetência para ultrapassar nas curvas cerradas sem visibilidade.

 O pequeno vilarejo está já infestado de turistas dos quatro cantos do mundo, assim como por todo o tipo de negócio associado ao mesmo. Apesar de aqui existir grande variedade souvernirs, desaconselho vivamente que façam aqui as vossas compras pois os preços estão bastante inflacionados.

 O castelo em si, é bonito por fora mas nada de especial no seu interior, sendo que algumas das salas contém apenas informação relativa à mitologia associada ao Drácula. Como chovia e trovoava, apesar do intenso calor, o cenário parecia perfeito!

Castelo Bran, visto ao longe.
Vista da base do Castelo, lembra-me a Suiça
Sala Interior do Castelo


Pátio e varandas interiores


 
Escusado será dizer para que servia...
 À saída, corremos para o carro pois voltava a chover. Apenas um reparo para os senhores que "gerem" o estacionamento circundante. Este apesar de ter placas a indicar que o parque, aparentemente público, é pago, tentam extorquir antecipadamente quantias elevadas aos turistas afirmando que são necessárias pelo menos 2 horas para ver o castelo. Pura mentira, uma hora chega perfeitamente. Além do mais, duvido (muito) que o seu trabalho seja oficial ou até mesmo legal.

 De volta ao carro, partimos então para a região de Sinaia, outrora a região turística mais badalada entre as elites do país. O nosso objectivo era visitar o Castelo de Peles (um palácio para os nossos padrões, e não um castelo), construído pelo Império Austro-Hungaro. Foi o primeiro palácio electrificado da Europa e contava todo o tipo de "modernices" para a altura, nomeadamente sala de cinema, elevador e sistema de aspiração central!
 Chegamos mesmo em cima da hora da última visita, que já só permitia a visita do piso inferior. O bilhete até era acessivel, 20 e poucos lei (pouco mais de 4€), mas a câmara fotográfica também pagava bilhete, estupidamente mais caro do que bilhete pessoal (6€). Como já tínhamos caído neste "esquema" antes  e ninguém controlava nada, decidimos arriscar, tal como os demais visitantes. A visita é guiada e há uma série de "cães de fila" lá dentro, pelo que ninguém do nosso grupo (cerca de 30 pessoas) tirou uma foto que fosse. Uma pena, porque é brutal! Certamente perdem mais do que ganham com esta imposição.
 Ficam as fotos do exterior:




Atenção aos ursos!!!





 No final da visita, regressamos a Brasov. A viagem, que já não era tão curta quanto isso - afinal de contas passamos o dia a afastar-nos de Brasov - tornou-se ainda mais longa com um engarrafamento causado por obras. Mas nada demais e lá chegamos a Brasov. 
 Acabamos a noite a jantar num restaurante de um hotel na avenida pedonal principal a ouvir Cesária Évora! Um copo num dos muitos bares da cidade, uma última volta pelas ruas até que conhecemos 3 rapazes "nativos" simpáticos numa esplanada. Ao descobrirem que éramos de Portugal, começaram imediatamente a falar da única coisa pela qual Portugal parece ser conhecido no mundo por estes dias: Futebol. Passamos o resto da noite no Schwarz Pub, o único aberto àquela hora no centro, a confraternizar. Ficamos com o contacto e regressamos ao alojamento.
 No dia seguinte, partíamos para Bucareste com vontade de regressar a Brasov, onde certamente ficou muito por explorar.


10/09/12

Bucareste

Parlamento de Bucareste
 Bucareste, capital e maior cidade da Roménia, é uma cidade com cerca de 2 milhões de habitantes, embora a área metropolitana ultrapasse esse número.

 É sem dúvida uma cidade à qual é impossível ficar-se indiferente, sendo no entanto, o sentimento que se nutre por ela ambivalente.

 Este foi o nosso destino final na Roménia, antes de partirmos para a Moldávia. Chegamos a meio da tarde, de comboio, vindos de Brasov. No Intercidades, pagamos 57 Lei, cerca de 12 euros. Se reservarem o bilhete antes, há sempre um desconto na Roménia. Podem ver horários e inclusivé comprar os bilhetes antecipadamente neste site.

 O comboio, contrariamente aos Regionais e Inter-Regionais, era moderno. Fica aqui a comparação deste com o Regional que apanhamos de Sighisoara para Brasov:

Regional
Inter-Cidades

 Parecido, não é? 
 Já agora, a Roménia tem umas das maiores (e eventualmente piores) redes ferroviárias da Europa, o que torna possível viajar para praticamente todo o lado por este meio de transporte, desde que tenhas muito tempo - mesmo com comboios modernos, muitas vezes são muiiiiiito lentas, provavelmente pelas condições da bitola, a precisar de uma modernização.

 Por muito estúpido que possa parecer, vou começar o meu relato por um restaurante, provavelmente o melhor do Mundo na relação qualidade/preço: Caru cu Bere

Tecto e parte do piso superior (foto retirada do site do restaurante)
 Contrariamente ao que o aspecto possa indiciar, este restaurante, que nos foi recomendado pelo dono do primeiro alojamento (já lá vamos a essa parte...), é muito barato, até mesmo para os próprios romenos, diria eu. Para terem uma ideia, ao almoço têm menus com sopa, salada, prato e sobremesa, tudo isto por cerca de 4 euros. A comida era deliciosa, o serviço magnífico e na primeira vez em que lá fomos tivemos ainda direito a música clássica ao vivo: 2 violinos magistrais e um pianista exímio!!! Escusado será dizer, que o edifício correspondente é considerado Monumento Histórico.

Fachada Exterior
 O restaurante fica numa das avenidas pedonais do centro histórico de Bucareste, mais concretamente na Strada Stravopoleos. No verão, arranjar lugar na esplanada é tarefa complicada, e mesmo no interior é preciso alguma sorte. Claro que com a beleza interior do restaurante, não nos importamos um bocadinho que fosse de ficar no interior.
 Os empregados falam todos inglês perfeito ou perto disso, e embora não parem um segundo, são extremamente atentos e simpáticos. Para terem uma ideia, gostamos tanto que voltamos no mesmo dia ao jantar, desta feita, para o piso superior.

Piso inferior
Mussaka (frente) e Ragu (feijão) com Salsicha
Mais uma foto
 Bom, deixando agora a comezaina de parte, voltamos à nossa chegada a Bucareste. Tinhamos reservado um apartamento no centro, mesmo em frente ao Novotel, e à chegada dirigimo-nos para a morada indicada pela "empresa" responsável pelo mesmo. Quando lá chegamos, de autocarro, não havia uma placa, uma campainha, enfim... não havia sinal que fosse de nada! Ligamos então para o número fornecido e o senhor informou-nos que deveríamos ir ter à morada do hotel. Informou-nos também que seria impossível ir-nos buscar e que deveríamos apanhar um taxi. 

 Os taxis em Bucareste (e um pouco por toda a Roménia) são manhosos. Há taxis legais e ilegais, sendo que os primeiros muitas das vezes funcionam como os ilegais, ou seja, não ligam o taxímetro. Como tal, é melhor combinar e regatear sempre o preço antes de entrar. Apanhamos então um taxi, que nos queria levar 20 lei mas num segundo baixou para 10 lei (cerca de 2,20€). 
 À chegada, fomos então para o "Superior Studio" que tínhamos alugado. O problema, é que este de Superior, não tinha nada. Não era o que tínhamos visto nas fotos, mas sim um outro mais barato, estava sujo, o ar condicionado quando ligado não refrescava mas fazia tanto barulho como um tractor, a kitchenette era um lavatório de casa de banho rodeado de pequenos aparelhos eléctricos velhos e com aspecto de quem ia explodir assim que fossem ligados. A internet Wireless, era lenta, lenta, lenta.
 Lá nos conformamos, ao menos era no centro e era barato (11€/pessoa). Já agora, o nome da empresa é Apartment Bara e não recomendamos de todo.

Entrada do apartamento (era bem mais escura do que parece)
 Banho tomado, vestimo-nos e saímos da espelunca. O George (senhor do alojamento) indicou-nos o caminho para as ruas pedonais, onde se encontravam a maioria dos restaurantes e bares da cidade. O problema, é que este trocou a direita com a esquerda e fomos no sentido contrário. Acabou por ser não ser mau visto que passamos logo por uma das praças principais da cidade, a Praça da Revolução, onde ainda assistimos a um teatro de rua.

Teatro na rua
Calea Victorei
Igreja Krestzulescu
Praça da Revolução
Praça da Revolução
Monumento à Revolução
 Uma das características mais marcantes de Bucareste é o enorme contraste entre edifícios históricos, edifícios da era comunista e edifícios modernos, patente na seguinte foto. O trânsito em Bucareste é frenético e caótico, sem grande respeito (para não dizer nenhum) pelos peões. Buzinões a toda a hora. Há muito cimento e alcatrão, pelo que a cidade é muito, muito quente no verão.

Contraste entre edifícios históricos e contemporâneos.
Ópera
 Continuamos a andar, ainda sem nos termos apercebido do erro em que tínhamos sido induzidos. Apercebemos de imediato de um outro tipo de "turismo", talvez o mais rentável e conhecido, em Bucareste:

Raissa (esta é pro Mário:p)
 Seguimos até chegarmos à Praça da Vitória, grande e imponente mas toda ela coberta de cimento e alcatrão, onde finalmente percebemos que algo estava muito errado.

Parte da Praça da Vitória, foto muito má mas fome já era superior a tudo:p
Voltamos então para trás e quando finalmente encontramos as ditas ruas pedonais, ficamos encantados com as mesmas! Ruas repletas de gente, diversidade e restaurantes e bares porta sim, porta sim. Sem grande demora, decidimos jantar num restaurante libanês para variar um bocadinho (afinal de contas andávamos há já uma semana e tal a comer comida romena). Este estava à pinha, maioritariamente muçulmanos, pelo que decidimos sentar. A comida era fantástica e acessível, cerca de 12€ para duas pessoas, pelo banquete que se segue:

Restaurante Libanês
 Mas havia um prenúncio de morte no ar, ou melhor, no chão... o Paulo avistou uma primeira barata a sair de uma greta no prédio, mas como bom esposo que é não me disse nada, visto que eu tenho fobia a baratas, e tentou espezinha-la discretamente. O problema é que era uma luta desigual, pois eram mais do que as mães! Em minutos estava toda a família fora da greta a rondar a nossa mesa! Pedimos então para trocar de mesa. Ufa!!! 

 Seguimos após o jantar para os bares (há muita escolha, muita animação, divertimento não falta - os preços são um pouco mais caros do que na restante Roménia - afinal de contas, é a capital). 
 Terminamos já a noite numa pequena discoteca no centro, cujo chão era todo alcatifado: segurança e higiene sempre em primeiro lugar!!!

Strange Bar, se não estou em erro (boa ideia para reciclar paletes)...

Palácio CEC, de noite e de dia.

 Após uma noite muito mal dormida (calor, barulho, ligeiros problemas de saúde), lá nos levantamos e surge um primeiro problema com o alojamento: não havia água (gritos de desespero)! Contactamos a agência do apartamento que nos informou que esta estaria de volta lá para o final da tarde, caso contrário mudavam-nos de apartamento. Ok, aceitável.
 Saímos então novamente da espelunca e fomos almoçar ao restaurante descrito no início deste post. No fim do repasto, lá saímos quase a rebolar, onde nos deparamos com uma igreja ortodoxa, que dava o nome à rua:







Igreja Stravopoleos na noite anterior
 Seguimos então a pé para o parlamento, 2º maior edifício público do Mundo (atrás do Pentágono) e maior edifício administritativo do Mundo. Foi construído a mando de Ceausescu, ditador da era comunista que foi fuzilado juntamente com a esposa após julgamento sumário de 90 minutos, após a revolução. Para nossa desilusão, não era possível visitá-lo nessa altura, pelo que fica mais uma foto do exterior do mesmo.

Paulo nas margens do Rio Dambovita, a caminho do Parlamento
Colossal Parlamento Romeno.
  Por fim, mas não menos importante, faltava um último "problema". As nossas amigas do restaurante, as baratas, foram ao apartamento fazer-nos uma visita digna de qualquer filme de terror. Ora vejam lá: encontro-me eu a tomar banho e vejo uma sombra na cortina do chuveiro a subir! Grito estridente pela vida, como quem diz, pelo Paulo. Após uma breve inspecção pela casa, descobrimos mais umas 4 ou 5,  pequenitas - filhas de "alguém" maior.
 Foi a gota de água, reservamos um quarto no Golden Tulip Hotel, por 40 e tal euros (muito bem gastos) com a internet-caracol do apartamento, e lá fomos nós. O quarto era fantástico mas não fomos dormir sem antes ter que matar uma cigarra que havia entrado pela janela. À porta do hotel, de construção recente, vimos ainda mais alguns elementos da "família", pelo que concluímos que a cidade estará infestada de baratas. Yuckkk!!!

 Fora isto, é uma cidade que vale a pena visitar e 2 dias foram curtos, ficando certamente muita coisa por ver. A regressar quando a cidade for desinfestada.

 Baci*